domingo, 18 de dezembro de 2016

Fortaleza em Tempos de Belle Époque



No final do século XIX, com cerca de 50 mil habitantes, Fortaleza passava por um processo de transformações urbanas que intensificaram sua condição de principal cidade do Ceará. As autoridades, conforme o conceito dominante de "progresso e civilização” da Belle Èpoque, direcionavam a administração municipal para o aformoseamento e a higienização de ruas e praças, bem como para o controle das crescentes e miseráveis camadas populares.



 

De 1892 a 1912 o Coronel Guilherme Rocha ocupou continuadamente o posto de Intendente de Fortaleza, representando sempre o esquema oligárquico de Accioly. Como se inspirava nas reformas urbanas ocorridas em Paris, a oposição, com desdém, chamava Guilherme Rocha de “Nosso Haussmann” (o Barão de Haussmann administrara e embelezara a capital francesa), já que sua obsessão modernizadora parecia querer fazer de Fortaleza uma Paris.

No final do século XIX, com cerca de 50 mil habitantes, Fortaleza passava por um processo de transformações urbanas que intensificaram sua condição de principal cidade do Ceará. As autoridades, conforme o conceito dominante de ”progresso e civilização” da Belle Èpoque, direcionavam a administração municipal para o aformoseamento e a higienização de ruas e praças, bem como para o controle das crescentes e miseráveis camadas populares.

De 1892 a 1912 o Coronel Guilherme Rocha ocupou continuadamente o posto de Intendente de Fortaleza, representando sempre o esquema oligárquico de Accioly. Como se inspirava nas reformas urbanas ocorridas em Paris, a oposição, com desdém, chamava Guilherme Rocha de “Nosso Haussmann” (o Barão de Haussmann administrara e embelezara a capital francesa), já que sua obsessão modernizadora parecia querer fazer de Fortaleza uma Paris.


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